Anos atrás eu profetizei uma era onde as livrarias não seriam mais do que grandes máquinas de moedas, com catálogos digitais, bastando ao comprador escolher um título na tela para que ele fosse impresso e encadernado no mesmo segundo. Fui chamado de louco, mas me mantive fiel às minhas idéias. A Máquina que imprime livros ainda não é 100% do que eu sonhei, mas já dá uma idéia de como pode vir a ser o futuro da venda de livros.
Um mundo sem estoque, sem distribuidores e onde qualquer um pode disponibilizar o seu livro para venda em qualquer lugar. Um mundo onde o livro que você tanto quer nunca se esgotará nas prateleiras…
veja em: BBC Brasil
No related posts.



eu sou testemunha! desde que conheço o Diego ele fala isso!