29 mil cópias ilegais de livros infantis foram apreendidas em Portugal em uma operação da IGAC (Inspecção das Actividades Culturais). Os livros eram cópias baratas de edições de três grandes editoras portuguesas: Edições Asa, Porto Editora e Europrice. Esse tipo de apreenssão parece, na leitura do artigo, uma constante no País, sendo executada sempre pelos mesmos grupos, que mudam de nome e continuam em operação.
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